
Cointeligência: A vida e o trabalho com IA
Indicado no episódio:
#354 - PepsiCo: pessoas, processos e dados antes do sistema de IA
Indicado por:
Francini indicou o livro no encerramento do episódio, logo após a pergunta do Pedro sobre recomendações de leitura, e a justificativa dela é direta: o que a marcou não foi o livro tratar de IA como tecnologia em si.
O diferencial que chamou a atenção dela é o ângulo. Enquanto a maior parte do conteúdo sobre IA no mercado foca em ensinar ferramentas, plataformas e interfaces, o Co-Intelligence parte de outro ponto: como a pessoa adota a IA e a trata como um copiloto e, mais do que isso, como um parceiro de raciocínio.
Francini destacou especificamente essa virada de mentalidade. Para ela, a melhor combinação não acontece quando a IA vira um assistente que apenas executa, mas quando o profissional entende que está diante de um thinking partner e passa a se perguntar como usá-la para transformar e amplificar o próprio trabalho. Não é sobre dominar tecnicamente o ChatGPT, o Copilot ou o Gemini. É sobre como raciocinar com a IA como ferramenta estratégica, não operacional.
Para alguém no cargo dela, CIO e Líder de Business Transformation numa operação com 500 produtos, 200 mil pontos de venda e 2.500 vendedores, a escolha faz sentido: o livro conversa diretamente com quem precisa tomar decisões de negócio usando IA, não com quem vai apenas implementar a tecnologia. E, como ela mesma resume, o caminho é testar. “E testa, aí vai.”
