Banner de indicação

Nem home nem office: Como as mudanças nas organizações convergem para um novo modelo de trabalho com os escritórios do futuro

Indicado no episódio:

#363 – IWG: 78% dos profissionais preferem o híbrido como padrão

Assista esse episódio:

Indicado por:

No episódio #363, Tiago Alves, CEO da IWG no Brasil, fechou a conversa fugindo um pouco do roteiro: em vez de indicar a obra de outra pessoa, trouxe o próprio livro, “Nem Home, Nem Office” (Editora Gente, 2022, prefácio de Gustavo Cerbasi). O projeto nasceu ainda em 2019, como um estudo sobre o futuro do trabalho, e foi reescrito do zero quando a pandemia mudou o cenário, absorvendo justamente a tese que ele defendeu ao longo do episódio: a de que o modelo híbrido veio para ficar, mas exige diagnóstico, não modismo.

O livro trata do trabalho híbrido como modelo de mercado corporativo, não como fórmula de autoajuda, e essa escolha tem propósito. Como o próprio Tiago resume: “não é um livro de romance nem de autoajuda, é um livro de mercado corporativo, que é muito mais difícil de vender no Brasil. Mas por que que ele vendeu bem? Exatamente porque o trabalho híbrido impacta todo mundo.”

O paralelo com o que ele defendeu na conversa é direto. Ao longo do episódio, Tiago insistiu que qualquer modelo híbrido só funciona quando atende simultaneamente colaborador, empresa e cliente, e que grande parte dos erros de implementação vem de lideranças despreparadas para gerir equipes remotas ou híbridas. O livro nasceu exatamente dessa lacuna: se tornou a principal (e, segundo ele, única) referência bibliográfica brasileira sobre o tema, a ponto de ser usado como base em consultas públicas para a lei do trabalho híbrido de 2022.

Para quem lidera decisões sobre modelo de trabalho, a indicação faz sentido menos como leitura de inspiração e mais como material de consulta prática. Passados quatro anos do lançamento, o livro entrou quatro vezes nas listas de mais vendidos do Brasil.